Serviços de streaming podem alavancar o 4K Olhar Digital

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As fabricantes saíram com tudo! No início do ano, na CES, em Las Vegas, as principais marcas de TV apresentaram seus lançamentos; as TVs 4K já correspondem a mais da metade do portfólio de praticamente todas elas.

Mas o 4K – a resolução quatro vezes superior ao Full HD – é muito mais do que qualidade superior. Além dos aparelhos de TV, é preciso pensar no conteúdo e na forma de transmissão. Alguns serviços de streaming como o Netflix e até o YouTube já oferecem alguma coisa em 4K. Aliás, os serviços de streaming – por enquanto – são os que se encontram em melhor posição para entregar este tipo de conteúdo ao consumidor.

Com esse passo à frente, fica evidente que o início do 4K em todo o mundo será puxado pelos serviços de streaming. Para as TVs – por cabo ou satélite – fazer um upgrade para oferecer conteúdo em 4K inclui uma série de obstáculos e muito investimento. Tudo começa pelos ainda caríssimos equipamentos, mas envolve também todo o sistema de redes das emissoras, os setup boxes nas casas dos consumidores e até o formato de compactação dos vídeos.

Nos Estados Unidos diversas produtoras já oferecem conteúdo em 4K. Aqui no Brasil, até para as produtoras que abastecem os serviços de streaming, a atualização para o 4K não é simples; nem barato. Esta grande produtora de filmes já trabalha com o 4K há algum tempo, mas são poucos projetos, afinal o trabalho tem que valer muito a pena.

Apesar da vantagem para os serviços de streaming, é difícil acreditar no surgimento de novos serviços neste mercado. Mas as emissoras têm uma saída antes mesmo de começar a transmitir em 4K.

Nos Estados Unidos, algumas emissoras já partiram para essa idéia. Mas ainda é tudo muito recente. No Brasil, então, nem se fala. Por aqui, grande parte da população sequer tem TV HD ainda. As poucas as opções de televisores 4K ainda custam uma pequena fortuna. Mais do que isso, segundo um levantamento da consultoria Akamai, a internet brasileira não está preparada para receber o streaming de conteúdo 4K. O estudo mostra que apenas meio por cento das conexões de internet têm velocidade acima dos 15 megabits por segundo necessários para a transmissão de conteúdo 4K.

O resumo dessa história é que, pelo menos por aqui, estamos um pouco longe dessa massificação do 4K praticamente imposta pelas fabricantes de TVs. Quando a tecnologia se tornar um pouco mais barata – ou para aqueles que podem investir em uma TV 4K – temos basicamente o restrito conteúdo dos serviços de streaming e alguns filmes comprados online. Até lá, tomara que a nossa internet já tenha se tornado veloz o suficiente para acessar toda essa qualidade via streaming.